Do Band para o mundo: 115 aceitações no exterior

O processo não é fácil: são aplicações, entrevistas, redações e muito estudo. Para os alunos do Band que passaram por todas as etapas para entrar numa universidade fora do país, o resultado finalmente chegou. Foram 115 aceitações, 29 alunos aprovados, mais de 70 instituições e 17 estudantes na lista de espera.

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Cada fase do processo dos alunos foi acompanhada pelo Coordenador do Departamento Internacional, Olavo Amorim, e pela Subcoordenadora do Departamento Internacional, Deborah Pontual. Isso para aconselhar os estudantes em suas escolhas e guiá-los durante todo o caminho.

“Esses 29 alunos merecem nossos cumprimentos e a admiração da comunidade Band que, juntamente com todos os alunos aceitos nas universidades no Brasil, exaltam a qualidade do Colégio, dos seus professores e dos alunos que são os reais protagonistas dessa vitória”, disse Olavo.

Dentre as universidades em que os recém-formados do Band estudarão, estão 12 das 20 mais bem ranqueadas instituições americanas, de acordo com ranking da “US News & World Report”. Além disso, houve nomes de peso nas aceitações dos alunos como “Yale University”, “Stanford University” e “Princeton University”.

O aluno Diego Zancaneli, formado em 2017, destaca o apoio que teve do Colégio. “Por ser um processo longo e desgastante, o acompanhamento que tive da Deborah e do Olavo foi fundamental. Acho importante ressaltar também a grande liberdade que tive no Colégio para criar e colocar projetos em prática. A abertura do Band a novas ideias foi primordial para a minha aplicação”, contou Diego que, em setembro, iniciará os estudos nos Estados Unidos.

“Esses resultados são frutos dos alunos que se empenharam tremendamente no processo de aplicação e também de toda a construção ao longo de décadas do Bandeirantes como uma escola de classe mundial”, concluiu Deborah.

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Band no “International Public Speaking Competition”

A aluna Júlia Chancey, da 3.a série do Ensino Médio, foi campeã nacional da International Public Speaking Competition. Além dela, o aluno Gabriel de Arêa, da 3.a série do Ensino Médio, também participou da fase estadual do torneio.

alunos Júlia Chancey e Gabriel de Arêa

alunos Júlia Chancey e Gabriel de Arêa

Tudo foi acompanhado de perto pelo Coordenador de Língua Inglesa, Vinícius Silva, pelos professores de Língua Inglesa, John Speeden e João Rodrigo Lima, pelo Coordenador do Departamento Internacional, Olavo Amorim, e pela Subcoordenadora do Departamento Internacional, Deborah Pontual.

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professor de Língua Inglesa, John Speeden com os alunos Júlia e Gabriel

A competição consiste em um discurso, em inglês, de cinco minutos sobre determinado tema. Nela, o aluno é avaliado quanto a sua desenvoltura em público, habilidade com o idioma, fluência e repertório. A apresentação ainda conta com perguntas da plateia, testando a capacidade de improvisar dos participantes.

“Os professores não só me ensinaram como melhorar a entonação, volume, passada e gestos, mas também a explicitar claramente minha opinião. Fizeram com que eu aprendesse a estruturar meu texto da melhor maneira, usando recursos argumentativos a meu favor”, contou Júlia, ressaltando ainda a importância dessas habilidades para a vida.

20180323_202857Já Gabriel conta que, dentre tudo o que aprendeu participando da etapa estadual da competição, algo importante foi a reafirmação de sua escolha profissional: ser professor. “Aprendi a lidar com a vergonha e ganhar confiança para falar em público” disse ele.

Tanto Júlia quanto Gabriel tiveram um preparo dentro da escola para as competições. Além das aulas regulares do idioma, eles também puderam praticar suas apresentações para grupos grandes de alunos do Colégio.

Essa foi a primeira vez que o Band participou da competição internacional, uma ótima oportunidade para validar o ensino de Língua Inglesa no Colégio, curso desenvolvido por Olavo. “Pudemos reafirmar a cultural global da escola. Foi de arrepiar ver o nível dos nossos alunos. Eles apresentaram discursos excelentes”, completou o professor João Rodrigo.

Agora, Júlia irá para a final mundial da competição, que ocorrerá em Londres.

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How to Ask for a Letter of Recommendation for College

Letters of recommendation from teachers, school counselors and other sources can help college admissions officers get a more complete picture of applicants.

Obtaining high-quality letters of recommendation usually can’t happen overnight – it’s a process that takes time and advance planning. Here’s everything high school students need to know about asking for letters of recommendation for college applications.

The number varies among colleges. Some schools don’t ask for any letters of recommendation, while others may require several. Students can go online to find the exact number a college requires.

Want to know more? Read the full article.

 

Você sabe como ser um líder?

Para aprender mais sobre liderança, alunos do Ensino Médio participaram do workshop Little Voices, realizado no Band e promovido pela National Student Leadership Conference (NSLC). O encontro, feito em inglês, foi acompanhado pela Sub-Coordenadora do Departamento Internacional, Deborah Pontual.

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Para o evento, uma representante da NSLC veio ao Colégio ministrar a atividade. Nela, os alunos foram divididos em grupos onde simultaneamente todos deveriam apontar os pontos negativos e positivos dos objetivos de um colega. Assim, os alunos aprenderam sobre liderança autoconsciente, ou seja, saber os próprios pontos fortes e fracos.

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Também foi falado sobre diferentes tipos de personalidade e como, para ser um bom líder, é necessário conhecê-los e tentar alcançar um equilíbrio. “Foi uma reflexão tanto intrapessoal quanto interpessoal. É preciso olhar para si e saber se adaptar aos outros”, contou o aluno Murilo Mascarenhas, da 3.a série do Ensino Médio.

“Eles perceberam a importância de dar ouvido tanto às vozes positivas quanto negativas e, como diferentes pessoas, têm formas diferentes de pensar e interpretar feedbacks”, comentou Deborah.

Why Applying to College Is So Confusing

Worth reading an article by the NY Times explaining why applying to colleges in the US can be so confusing.

Colleges themselves have widely diverging views on what makes an ideal applicant. It’s a widespread misconception that applicants have an automatic right to be admitted to the school of their choice if they have higher grades or test scores than other candidates. It’s not that grades and test scores don’t matter — they nearly always do — but colleges aren’t obligated to choose the students who are deemed most likely to earn high college grades or graduate. As the legal scholar Ronald Dworkin put it, there is “no combination of abilities and skills and traits that constitutes ‘merit’ in the abstract.”

Instead, what counts in admissions depends on the mission of the institution — and that can vary a great deal from school to school. Yale’s mission is “to seek exceptionally promising students of all backgrounds” and “to educate them, through mental discipline and social experience, to develop their intellectual, moral, civic and creative capacities to the fullest.”

Consider some of the questions Harvard says it uses to consider applicants: Where will you be in one, five or 25 years? What sort of human being will you be in the future? Are you a late bloomer? Do you have reserve power to do more?

The article also asks for greater transparency from the college admissions side.

While we don’t get further clarity, it is more important than ever to consider “fit” by choosing a school that fits your profile. It is also important to do a lot of research on the colleges you are applying to and to have detailed and specific supplements.

To read the entire article, go here.