Six Myths About Choosing a College Major

Worth reading the NY Times article on Six Myths About Choosing a College Major. Below are the 6 myths and more is available in the full article.

Myth 1: For the big money, STEM always delivers.

Myth 2: Women want to have it all.

Myth 3: Choice of major matters more than choice of college.

Myth 4: Liberal arts majors are unemployable.

Myth 5: It’s important to choose a major early.

Myth 6: You need a major.

See the chart below for projected earnings of different career fields. If interested read the full article: Six Myths About Choosing a College Major

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Conhecendo mais o MIT

Com o sonho de estudar no MIT (Massachusetts Institute of Technology), alunos do Ensino Fundamental e Médio participaram de evento com especialistas para saber mais sobre sua história – marcada pela excelência nas áreas de ciências, tecnologia e engenharia –  e suas possibilidades de estudo.

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Oferecida pelo Departamento Internacional, a conversa contou com a Dra. Elaine Lizeo, Brazilian Chair – MIT Educational Council – e coordenadora do time brasileiro de entrevistadores de candidatos para a graduação do MIT, e Fernando Carvalho, que desde 2007 implementa um trabalho de divulgação no Brasil de oportunidades educacionais no programada de graduação do MIT.

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Especialistas no assunto, Elaine e Fernando contaram sobre a missão da instituição, o perfil dos alunos, as cinco escolas presentes no Instituto (School of Engineering; School of Architecture and Urban Planning; School of Science; School of Humanities, Arts and Social Sciences; Sloan School of Management).  Também deram um gostinho da vida por lá, enfatizando a atmosfera de liberdade e política de portas abertas do MIT. Apesar disso, o tom de realidade marcou a conversa uma vez que é difícil entrar na instituição onde a média de brasileiros admitidos por ano é de apenas quatro.

“Consegui ver que muitas das minhas ideias se encaixam no MIT” comentou a aluna da 3.a série do Ensino Médio, Tathiana Tang. “Eu aprendi mais sobre o tipo de pessoa que entra no MIT e um pouco de como seria minha vida lá. Estimulou ainda mais meu interesse pelo instituto”, acrescentou João Shida, da 3.a série do Ensino Médio.

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Além de tirar dúvidas dos alunos, os convidados também deram informações detalhadas do processo de aplicação e, a partir de suas experiências, contaram uma série de histórias de jovens brasileiros que estudaram nos Estados Unidos. “Na sua aplicação, faça um trabalho que realmente signifique algo para você”, disse Elaine durante a conversa. Ela ainda destaca a autonomia dos alunos do Band, característica em comum com os estudantes do instituto que sempre buscam fazer a diferença. “Aproveitem o processo de aplicação para as universidades americanas como uma reflexão sobre quem você é”, ressaltou Fernando.

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Para inspirar ainda mais os estudantes, houve uma chamada online com dois brasileiros que se formaram no MIT. Clarissa Forneris, formada no Band em 2008, cursou Química e falou sobre sua trajetória desde a escola até o seu atual doutorado, realizado na Princeton University. A aluna destacou as oportunidades educacionais e de pesquisa presente no MIT. Além dela, Marco Antônio Lopes, formado em Computação e Engenharia Elétrica, também deu seu depoimento.

Para saber mais sobre a conversa, clique aqui.

MIT: Know more from the experts

Want to know more about MIT? The experts who were at Band wrote a text with lots of juicy details! The introduction is below and the full document is on Moodle.

Massachusetts Institute of Technology

por Dra. Elaine Lizeo & Fernando Carvalho*

No último dia 09 de outubro, estivemos no Colégio Bandeirantes para uma palestra sobre o renomado MIT, Massachusetts Institute of Technology. Estavam presentes alunos do ensino médio e fundamental. Na palestra, abordamos diversos temas sobre o Instituto de um modo geral, e mais particularmente sobre sua história,  atmosfera, as 5 escolas que constituem o Instituto, a estrutura do programa de graduação e as inúmeras oportunidades educacionais disponíveis no MIT, além da natureza e especificidades de seu processo de seleção.

O evento foi bastante enriquecido com a participação de dois novos membros do time de entrevistadores do MIT aqui no Brasil, Clarissa Crego Forneris, formada no MIT em 2013 com um Bacharelado, BS, em Química, e Marco Antonio Lopes Pedroso, formado no MIT em 2014 com um Bacharelado, BS, em Ciências da Computação e Engenharia, e em 2015 com um Mestrado em Engenharia Elétrica & Ciência da Computação.

O MIT é reconhecido mundialmente pela sua excelência e liderança nas mais diversas áreas do conhecimento: Engenharia, Ciências, Tecnologia, Linguística, Economia, entre outras.

Procuramos contextualizar historicamente a fundação do MIT. Diferentemente de outras universidades mais tradicionais como Harvard (1636), Yale (1701) e Princeton (1746) fundadas ainda sob a dominação britânica encerrada com a guerra de independência americana (1775-1783), o MIT foi fundado em 1861 em Boston, mas iniciou suas atividades em 1865, ao final da guerra civil americana, com o propósito de servir ao esforço de industrialização de uma nação independente em construção, vivendo sob uma atmosfera de grande liberdade.

O MIT tem como missão “promover o conhecimento e educar alunos em ciências, tecnologia e outras áreas que melhor servirão a nação e ao mundo no século XXI”. O Instituto está empenhado em gerar, disseminar e preservar o conhecimento e trabalhar com outros para aplicar esses conhecimentos aos grandes desafios do mundo.

Ao longo do tempo, o MIT se transformou de uma escola de engenharia propriamente dita para uma universidade baseada em ciências (Science-based University), cujo objetivo principal é criar a economia mais avançada do futuro estimulado por diversos centros de empreendedorismo em tecnologias de ponta (Entrepreneurship in High Technology). MIT Professor Ed Roberts,  fundador e presidente do Martin Trust Center for MIT Entrepreneurship at the MIT Sloan School of Management,  em um artigo publicado no Slice of MIT em janeiro de 2017, afirma que  estudos recentes mostram que ex-alunos do MIT em atividade criaram mais de 30.000 empresas em funcionamento, com 4,5 milhões de funcionários, o equivalente em receitas à 10º economia do mundo.

A pesquisa interdisciplinar e a cultura de cooperação entre alunos, professores e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento estão disseminadas nas 5 escolas que constituem o MIT: School of Engineering, School of Architecture and Urban Planning, School of Science, School of Humanities, Arts and Social Sciences, e a Sloan School of Management. O departamento de Matemática do MIT funciona como uma espécie de centro de gravidade do Instituto. Lógica matemática, modelos matemáticos, matemática discreta e contínua são insumos presentes na grande maioria das pesquisas das mais diversas áreas do Instituto.

A atmosfera de grande liberdade, a política de portas abertas e a flexibilidade da estrutura acadêmica e de pesquisa existentes no MIT têm atraído alunos brilhantes e pesquisadores de renome mundial. Entre eles podemos citar: Sir Tim Berners-Lee, 2016 Turing Award (o prêmio Nobel da Ciência da Computação), considerado o inventor da world wide web; Eric Lander, MIT Biology Professor, o pai do projeto Genoma, fundador e presidente do Broad Institute, uma associação do MIT, Harvard University e hospitais da região de Boston; Noam Chomsky, MIT Institute Professor, pai da Linguística Moderna;   Ronald Rivest, Institute Professor  e criptógrafo;  Donald Sadoway, MIT Professor of Solid State Chemistry; Tom Leighton, MIT Professor of Applied Mathematics e CEO da Akamai.  Para citar um ex-aluno de grande reputação, Richard Feynman, MIT Class of 1939, SB – Bachelor Of Science, Course 8 – Physics e 1965 Physics Nobel Prize, um dos mais importantes Físicos do século XX e uma fonte de inspiração para jovens talentosos na área de ciências do mundo todo.

Como funciona o curso de graduação do MIT  

Os alunos iniciam o curso de graduação no MIT com uma área de concentração não declarada. Durante o primeiro ano, o Instituto oferece feiras acadêmicas, palestras, seminários e outros programas para ajudar os alunos a decidirem quais áreas melhor se adequam aos seus interesses e objetivos de estudos e carreira, opção essa que deverá ser feita até o inicio do segundo ano. O MIT oferece um leque de opções de estudos em mais de 70 áreas do conhecimento.

Independentemente da área a ser escolhida, se Física ou Linguística, Matemática ou Ciências Políticas, todos os alunos da graduação, sem exceção, têm que cumprir um currículo básico requerido pelo MIT, conhecido como GIRs (General Instituto Requirements). Devem ser cursadas 6 matérias na área de ciências (Matemática, Física, Química e Biologia), 8 matérias na área de humanas, 2 matérias eletivas restritas à ciências e tecnologia e 1 laboratório. Esses requerimentos são considerados a base acadêmica do MIT.

Para aliviar a pressão e garantir a exploração de áreas que de início o aluno não consideraria, seja por achar muito demandante ou por não ter nenhuma base a respeito, o Instituto segue o sistema de pass/no record para o primeiro semestre e ABC/no record para o segundo semestre. Nesse sistema, as reprovações não são registradas no histórico escolar do aluno no primeiro ano da graduação. No primeiro semestre os alunos recebem um “pass”  nas matérias em que forem aprovados e no segundo semestre recebem as devidas notas A, B ou C nas matérias em que forem aprovados, sem registros das reprovações.

Aqueles alunos que demonstrarem um aproveitamento muito abaixo do esperado no primeiro ano podem ser convidados a voltar para casa, para se prepararem melhor e eventualmente retornarem ao MIT para continuar seus estudos.

O MIT disponibiliza para os alunos da graduação o UROP – Undergraduate Research Opportunities Program, um programa único entre as universidades americanas, onde os alunos têm a oportunidade de participar desde o início da graduação de projetos de pesquisa liderados por professores de renome do Instituto.

Também único do MIT é o IAP, Independent Activities Period, um termo, que compreende o mês de janeiro, quando não há aulas regulares, e oferece a alunos, professores, ex-alunos e funcionários a oportunidade de organizarem e participarem de uma enorme gama de atividades e cursos. Durante o IAP, os alunos regularmente matriculados nos diferentes programas podem cursar matérias e participar de seminários e workshops que contam créditos.

Para maiores informações acesse o link:

http://mitadmissions.org/discover/academics

Keep reading this on Moodle!

 

* Dra. Elaine Lizeo, Brazilian Chair – MIT Educational Council, é desde 2008 coordenadora do time brasileiro de entrevistadores de candidatos ao programa de graduação do MIT. No período de 2003 a 2006, trabalhou no MIT Admissions Office, em Cambridge, como application reader do pool americano e internacional.

Fernando Carvalho, tem uma história relacionada ao MIT iniciada no ano de 1995, quando, em conjunto com Elaine Lizeo, desenvolveu um trabalho muito bem sucedido de ampliação da representatividade brasileira no programa de MBA da MIT Sloan School of Management, situado no topo do ranking dos programas de MBA dos Estados Unidos naquele ano.

Desde 2007, Elaine e Fernando, autorizados pelo MIT Dean of Admissions, Stu Schmill, têm desenvolvido no Brasil um trabalho sustentável de divulgação de oportunidades educacionais no ultra competitivo programa de graduação do MIT, e em Cambridge junto ao Admissions Office, visando uma maior visibilidade dos brasileiros que gozam de excelente reputação dentro da comunidade de graduação do Instituto.

 

Should You Apply Early Action vs Early Decision?

Today is the deadline for Early applications and several of our seniors are submitting applications today. Below is a text from Princeton Review on Early Action vs Early Decision and important things to consider.

Many colleges allow applicants to submit their materials for an early deadline (sometime in the fall) that falls before the regular deadline (usually sometime in January or February). Here’s what you need to know.

Advantages of applying early
Show You’re Serious
Applying early lets your favorite school (or schools) know that you are serious about attending. Schools track how many applicants accept their offers of admission and release those numbers to the public. A school looks good when a high percentage of accepted applicants chose to attend. So if they think you’re likely to accept their offer of admission, it may give your application a leg up.

Cut Down on Admission Stress
If you are accepted to your dream school, you won’t have to bother with the time and expense of applying elsewhere. You can put your focus back on right now instead of one year from now.

Some students and high school counselors believe that applying early decision gives them better odds of acceptance, but the truth is early acceptance rates and admissions standards vary from school to school. You can find early decision application numbers and acceptance rates for many schools in our Best Colleges book, and don’t be afraid to ask an admission counselor at your dream school directly about their early admission practices.

There is a (potential) disadvantage to applying early, however. You may not have the opportunity to compare financial aid packages offered by other schools.

Early Action vs Early Decision
Most schools allow you to apply early in one of two ways: early decision or early action.

Early decision
Early decision is binding. This means if you are accepted through early decision, you are committed to attending that school, and will withdraw any applications you may have submitted for the regular deadlines at other schools. You may not apply to more than one college under early decision. If you are not accepted, you will either be rejected or deferred. Rejected applicants may not apply again that year. Deferred applicants will be reconsidered during the regular admission period, and are free to apply to other schools.

Early decision deadlines are often in November, and students are typically notified of the decision in December.

Early action
Early action is non–binding. This means you are not bound to attend if you are accepted. You may also apply early action to multiple colleges. Early action deadlines usually fall at the same time as early decision.

The obvious advantage of early action over early decision is the opportunity it gives you to apply to, and ultimately compare financial aid packages from several schools. If you are accepted early decision, you risk missing the admission deadlines of other schools while you wait for your award package to arrive. If that award is lackluster, your options are fewer.

Our Advice
If you’re sure that you’ve found your best-fit school, you know it’s one you want to attend, you’re a strong candidate for admission, and you know that you can afford the tuition, go ahead and apply early decision.

That is a whole lot of research and comparison to have done by fall of your senior year, though, and if you’re uncertain about any of those factors, you’re not alone! Keep your options open by applying early action, or by the regular deadline.

College Advice I Wish I’d Taken

Great article by the NY Times that’s definitely worth reading. Some highlights are below. Full article available here.

Here’s what I wish I’d known and done differently:

A’S ARE COOL AND COME WITH PERKS – As a student, I saw myself as anti-establishment, and I hated tests; I barely maintained a B average. I thought only nerds spent weekends in the library studying. I was retroactively envious to learn that a 3.5 G.P.A. or higher at many schools qualifies you for free trips, scholarships, grants, awards, private parties and top internships.

SHOW UP AND SPEAK UP  If a class was boring or it snowed, I’d skip. My rationale was that nobody in the 300-person lecture hall would notice and I could get notes later. Attendance barely counted. When I went, I’d sit quietly in back. Yet as a teacher, I see that the students who come weekly, sit in front, and ask and answer questions get higher grades and frankly, preferential treatment. I reward those who try harder with recommendations, references, professional contacts and encouragement.

CLASS CONNECTIONS CAN LAUNCH YOUR CAREER – As an undergrad, I rarely visited my professors during office hours. I didn’t want to annoy teachers with what I considered triviality. Besides, I thought I knew everything already. But it’s not just your professors who will help your life trajectory. Several classmates of mine from graduate school wound up working as editors at other publications, and they have since hired me for freelance work.

PROFESSORS ARE PEOPLE, TOO – As a teacher, I’ve kept all the letters, cards and poems of gratitude I’ve been sent. It’s nice to be appreciated, and it makes a lasting impression. After one of my intro sessions, a freshman from Idaho blurted out: “Awesome class! It’s like you stuck my fingers in a light socket.” I laughed and invited her to speed walk with me around the local park — an activity I take part in nightly as a sort of active office hours — and we workshopped ideas that led to her first book. And when a student confided she was dying to take another class with me but had lost her financial aid, I let her audit. In retrospect, I should have been more open with the instructors I admired.

FIND YOUR PROFESSORS ON SOCIAL MEDIA – I answer all emails, and while I may not accept all friend requests, I respond to students who follow me on Facebook, Twitter and Instagram. More important, social media is where I post about panels, job openings and freelance work. Checking out students’ social media feeds also allows me to see new sides of their personalities.

YOU’RE NOT STUCK – Don’t be afraid to ask for emotional support. It was a graduate school professor who recommended my first therapist to me: She was a fantastic listener who charged on a sliding scale. Therapy can be cheap, fun and easily available — not to mention lifesaving. And if it turns out you’re in the wrong school, don’t worry. A third of college students transfer before graduating.

 

To Post or Not to Post? How Social Media Influences College Admissions

Very relevant article by the Huffington Post. Highlights are below. Full article here.

More and more, what teens post online influences the college admissions process. Some 35% of college admissions officers now check applicants’ social media pages, compared to just 10% of officers in 2008, according to Kaplan Test Prep’s 2017 survey of 365 college admissions officers.

So, what’s a prospective college student to do? Below are three tips to ensure your social media footprint works for you, not against you.

Determine your ‘it’ factor
Before jumping into the tactics, let’s think big picture: What passions, expertise, achievements, and skills can you showcase? What value can you bring to your college community? In short: What’s your personal brand?
“Pay attention to the image that you’re projecting,” stresses Hans Hanson, CEO and Founder of CollegeLogic. “Create the image you desire and build your brand. Work hard to develop it and protect it with every ounce of responsible intention.”

Develop your digital portfolio
Now that you have audited your online presence and reflected on your strengths, it’s time to create a captivating online portfolio.
Start with a clean-up. Remove social media profiles that are dormant, off-brand, or inappropriate. No references to alcohol or drug usage, no profanity, no defamatory comments.

Next, construct the right profiles. Make every word, photo, and video count. Spend time crafting a LinkedIn presence, and showcase your experience, achievements, and aspirations. Secure testimonials and endorsements from teachers, employers, athletic coaches, and club presidents.
Lastly, remember: less is more. Rather than using every social media platform, select just a few that are in sync with your career aspirations. For example: Those interested in the creative arts should leverage YouTube or Instagram.

Make some noise
You have your portfolio complete. Now what? It’s important to deliver the experience of you in a meaningful and deliberate way. Avoid posting “in the moment” — instead, take time to craft content that showcases your character, expertise, and passion. Hone the art of storytelling through blogging; tell your story through a series of thoughtful essays. And consider doing so on your own website. (If you’re not up to that just yet, still snag the vanity URL. Otherwise, someone else may come along and scoop up yourname.com.)
Invest in networking both online and offline. College-bound students can use Facebook, Instagram, Twitter, and LinkedIn to communicate with other prospective students, or to seek out alumni events. Also make sure to connect via LinkedIn with college advisors and department heads at desired colleges and universities.

MIT at Band – October 9

Do you want to know more about MIT? Come to the event next Monday, October 9th from 1-3pm in room A11.

You will learn strategies to become part of the Massachusetts Institute of Technology (MIT), a top university in areas such as Science, Technology and Engineering. You will learn more about undergraduate admissions at MIT and hear some inspirational stories about notable professors and young Brazilians who attend MIT.

The event will be hosted by Dr. Elaine Lizeo, in her role as Brazilian Chair – MIT Educational Council and coordinator of the Brazilian team of interviewers as well as Mr. Fernando Carvalho who has been working for over a decade at promoting MIT’s educational opportunities in Brazil. From 1997 to 2006, Dr. Elaine Lizeo concluded her Masters Degree at MIT and conducted research for her Masters, Doctorate and Post-Doctorate theses at MIT.

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10 Universities Where International Students Receive Aid

According to data submitted to U.S. News in an annual survey, among the 419 ranked schools where at least 50 international students were awarded aid during 2016-2017, the average amounted to $20,470. But the average was significantly higher among the 10 schools where those students were given the most aid, at $60,576.

Topping the list is the University of Chicago, ranked in a tie at No. 3 among National Universities. Also on the list: the Ivy League Harvard University and Yale University, along with Williams College, the No. 1 ranked National Liberal Arts College. Columbia University, which is second on the list after the University of Chicago, is also the private school with the highest tuition and fees – $57,208 – for the 2017-2018 school year.

Other schools on the list include: Skidmore College, Trinity College, Stanford University, Amherst College, Wesleyan University.

To see the table with details from the 10 universities go to: US News 10 Universities Where International Students Receive Aid

 

Browsing a College Course Catalog

When thinking about what university you may want to apply to or even thinking about a potential major, one tool that can be very helpful is to browse through some course catalogs.

Most universities now have their course catalogs online and you can see classes offered, pre-requisites by major, etc.

Some examples include:

University of Chicago The College Catalog

Boston University Courses Search

UCLA Catalog

So start browsing and learn more about what your day-to-day classes at these universities would actually be like!

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Famílias dos alunos seniors que vão aplicar para fora participaram de conversa no Band

Foi pensando na importância da família na vida de alunos da 3.a série do Ensino Médio que pretendem aplicar para universidades fora do Brasil, que foi realizada uma conversa para esclarecer aos pais desses estudantes seniors como são as etapas da aplicação. O evento, realizado pelo coordenador do Departamento Internacional, Olavo Amorim, e pela Sub-Coordenadora do Departamento Internacional, Deborah Mason Pontual, contou com cerca de 60 pessoas.

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A principal ideia foi deixar os pais confortáveis com o processo que, muitas vezes, pode ser difícil e complexo. Assim, foi explicado como funciona a orientação do Colégio voltada para os alunos interessados em universidades estrangeiras, o que cada termo das aplicações significa e como será o cronograma. Principalmente, foram tiradas muitas dúvidas.

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“É muito importante que os pais estejam familiarizados para que todos sintam-se tranquilos com o que estamos fazendo aqui. A ajuda da família é essencial. A faculdade é um plano de vida e os pais podem ajudar os filhos a, por exemplo, entender o próprio perfil e escolher uma universidade adequada”, contou Deborah.

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Além disso, a conversa contou com a presença do aluno formado em 2013, Davi Lemos, que atualmente estuda Ciências da Computação na Yale University. Por ter passado pelo processo enquanto estudava no Band, Davi contou em primeira mão sobre sua experiência durante o processo de aplicação e também sobre sua vida na universidade.